sábado, dezembro 13, 2025
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Professoras da Universidade do Estado de SC são indicadas ao Prêmio da Associação Brasileira de Críticos de Arte

As professoras Juliana Crispe e Sandra Makowiecky, do Departamento de Artes Visuais (DAV) do Centro de Artes, Design e Moda (Ceart) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), foram indicadas a prêmios da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) de 2024. As categorias da premiação são reservadas a artistas visuais, curadores, críticos, pesquisadores, gestores e instituições culturais que mais contribuíram para a cultura nacional no ano passado.

Juliana Crispe é indicada na categoria “Prêmio Gilda de Mello e Souza”. A categoria é destinada ao reconhecimento de críticos e críticas, curadores, em início de carreira, independentemente da idade, por sua produção, ou engajamento em projetos inovadores de divulgação da crítica de arte.

Sandra Makowiecky é indicada aos “Destaques Regionais Sul”, pela sua atuação constante e atual na região Sul, como professora, pesquisadora, crítica, curadora, criadora de novos espaços para a difusão das artes visuais e de diálogos entre diferentes sujeitos.

As nomeações foram elaboradas a partir de indicações dos associados da organização, que atualmente conta com quase 170 críticos de arte de todas as regiões do Brasil. Os vencedores serão anunciados no dia 9 de setembro, durante a celebração no teatro do Sesc Vila Mariana, em São Paulo. A votação é realizada em escala nacional pelos associados da ABCA. Além do troféu, a Associação promove destaques e homenagens especiais.

Sobre a ABCA

A ABCA é a mais antiga associação brasileira de profissionais da área das artes visuais, criada em 1949 pelos críticos Sérgio Milliet, Mário Barata, Antonio Bento, Mário Pedrosa, entre outros importantes intelectuais atuantes na crítica de arte.

Reconhecendo a contribuição para a cultura nacional de personalidades atuantes na área das artes visuais, a ABCA instituiu sua premiação anual em 1978. O troféu teve diferentes versões desde sua criação, sendo sempre idealizado por artistas renomados. Em 2025, será confeccionado pelo coletivo Kókir, que significa “fome” na língua Kaingang. Formado por Sheilla Souza e Tadeu Kaingang, o coletivo vem realizando trabalhos em parcerias com diferentes povos indígenas no Brasil e de outras partes do mundo, com criações que envolvem aspectos de uma visão ancestral sobre arte e cultura.

Além das professoras, também se destacam as indicações dos catarinenses e atuantes no cenário de Santa Catarina: Walmor Corrêa, indicado na categoria “Prêmio Mario Pedrosa”, destinado a artistas contemporâneos; e, Raul Antelo, indicado pelo livro “Rodrigo de Haro e a Ópera do Mundo”, na categoria “Prêmio Sérgio Milliet”, destinado a um pesquisador, por trabalho de pesquisa publicado.

 

Fonte: Núcleo de Comunicação Udesc Ceart

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